29.4.09

Ah! O amor...


Sim, a tão famosa fome de amor!
Arnaldo Jabor na sua mais pura razão, óbvia, por sinal!
E vejo tudo isso acontecer...
Pra quem em outros tempos, viu e viveu esta realidade das baladas, e só abandonou pelo simples (e racional, amém!) fato de que bem algum não me traziam e o pior, correr o risco de expor a minha vida a este hábito, conformismo de que 'se não tem outro jeito...'

Não! Bati o pé! Decidi que isto não pode fazer parte de mim, não fui acostumada a relacionamentos, sejam lá da espécie que for, com pouco conteúdo, com pouco sentimento, vazios de convivência, de experiência, de bons momentos, de luta, de amor, de carinho. Vinda de um namoro duradouro, de 4 maravilhosos anos (ok, o 6 últimos meses foram uma merda!), a idéia de ter 'ficas', daqueles q no máximo duram 1 mês, com sorte, e que são pobres de diálogos, de romantismo, de carinho sincero... não faz a minha cabeça, não preciso ter 'relacionamentos relâmpago', q me encham de esperanças pelo fio de tempo q duram, pois machucam e fazem mal, mesmo q a outra pessoa não tenha obrigação de corresponder às expectativas q nós mesmos criamos em nossa fértil imaginação e fantasioso coração, é inevitável ficar na espera de uma ligação em uma noite de sexta-feira pra passear, num sábado, ir ao cinema ou domingo, tomar nosso sorvete favorito. E o melhor, durante a semana, no meio do caos da cidade, em plena segunda-feira, fugir pra assistir o sol se pôr...

Sim, nós esperamos por isso e embora não pareça, está em falta (e quem tiver, faça o favor a si mesmo de não desperdiçar!). É por isso q qualquer relacionamento q tente se estabelecer, nos renova as esperanças. Desespero? Não, definitivamente! Carência de boa companhia e bons momentos, repletos de carinho e romantismo, só isso!

Depois de longos anos, desde que começamos a manter contato, finalmente há um mês e meio, 'conheci' o Pessoinha. Uma história incomum, mas cheia de detalhes. Antes de nos conhecermos fisicamente, já sabíamos da vida um do outro, até o destino nos 'pregar peças'. E perdermos o contato... Desta vez, agradeço ao famoso Orkut, o meio q tornou possível nosso reencontro... Coisa de Tv isso, né? Mas é real! :) Ainda bem! Desde então, ao contrário dos anos anteriores, fizemos possível o nosso 1º encontro e depois disso, o 2º, o 3º e assim, fui me apaixonando, na verdade sempre fui apaixonada por aquela voz q sussurrava, com medo de acordar os pais, durante nossas ligações na madrugada, a inteligência, o carinho, as brincadeiras, tudo me encantava e hoje, aumentou, pois vejo q aquele adolescente q eu conheci, hoje além de continuar sendo uma adorável pessoa, é um homem maravilhoso. Foi rápido, o encantamento de fato. Alguns momentos significativos, especiais e extremamente agradáveis e pronto! Me vi envolvida por tanta coisa boa. Em seguida, bem... o em seguida não vem como o desenrolar de um final feliz, até pq não acabou, e nem tão feliz assim, está sendo. Como já disse em outro post, nossa comunicação tem se limitado à Internet, e com sorte! Ou seja, nada tem me agradado, pois o q conta é estar ali, 'junto e misturado', mesmo q por horas, minutos... Uma ligação durante o dia, uma mensagem q seja, algo q nos faça sentir lembrado, claro, não acusando de esquecimento, mas de ausência, apenas! A falta de contato me lembra de quando as outras relações caíram na mesma situação, e me causa uma certa tristeza de imaginar 'será q foi mais um que não deu certo?' e o principal: O motivo! Medo? De quem? Pq? Não sei. Quando tenho a sorte de me comunicar com ele, não tenho 'coragem' de cobrar, até pq não é um direito que me cabe, afinal, infelizmente não somos um casal de namorados, apesar dos momentos que passamos serem bem parecidos aos de um casal. Ele sempre muito carinhoso, educado, cordial... e eu, sempre aflita, ansiosa, vontade de dizer: Ei, me olha, acorda! Vamos ficar juntos! Mas... Cadê a danada da coragem?! Saiu correndo! E ainda querer q seja como nos velhos tempos, cabe ao homem a decisão, o pedido e à mulher, tem q se virar pra fazer entender suas vontades e indiretas... Rsrs...
Antes, já rezava pelos finais de semana, hoje já faço promessas, na possibilidade de sair pra um cineminha no sábado com meu Bebê Pessoinha. Ps: Só pra esclarecer o apelido, é assim q eu costumo chamá-lo, além do carinho, pelos seus quase 2 metros. Ele me chama de Bebezona Pessoona. :)

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