O verdadeiro passional não mata.
O amor é, por natureza e por finalidade, criador, fecundo, solidário, generoso.
Ele é cliente das pretorias, das maternidades, dos lares e não dos necrotérios, dos cemitérios, dos manicômios.
O amor, o amor mesmo, jamais desceu ao banco dos réus. (...)
O amor não figura nas cifras da mortalidade e sim nas da natalidade; não tira, põe gente no mundo.
Está nos berços e não nos túmulos.
Roberto Lyra
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